sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Só para recordar
Os vereadores verdes na época, só para lembrar, aprovaram as emendas ao Plano Diretor da Cidade que, vetadas pelo prefeito, levaram àquela derrubada negociada a peso de ouro pelo mercado imobiliário brasileiro. Depois, com a repercussão negativa e uma interferência direta da direção nacional do partido - os jornais noticiaram que até Gabeira pressionou a borboleta -, a prefeita eleita recomendou a aprovação do veto pela bancada. Só Edivan aprovou o veto, modificando o voto inicial. Por isso, se tornou líder do prefeito, função que exerce até hoje. E a borboleta procurou faturar com isso, como mostra a gravação de telefone autorizado pela justiça, publicado em diversos locais, como Youtube e site do Ministério Público. A borboleta proibiu a reprodução e exibição da gravação - que, a meu ver, não tinha nada demais.
Mineiro federal
Hoje me garantiram que Mineiro será candidato a deputado federal. Nunca o ouvi falar nada disso, mas considero que deve ser um ganho para a Câmara e uma perda na Assembléia.
Anos atrás, com um deputado verde na AL, foi aprovado um projeto pernicioso ao meio ambiente do estado, que, em nome da carcinicultura, destruiria as áreas de mangue do Estado. O projeto foi aprovado, em uma Assembléia intinerante, com apenas um voto contra. Não, não foi do deputado verde, mas foi de Mineiro.
Anos atrás, com um deputado verde na AL, foi aprovado um projeto pernicioso ao meio ambiente do estado, que, em nome da carcinicultura, destruiria as áreas de mangue do Estado. O projeto foi aprovado, em uma Assembléia intinerante, com apenas um voto contra. Não, não foi do deputado verde, mas foi de Mineiro.
Fim de governo?
Mais cedo ou mais tarde, me garantem fontes, a borboleta deixará o PV. Mas não restam dúvidas de que ela não terminará o mandato. Não só porque poderá tentar vôos mais altos e diferentes, mas porque, acreditem, pode se tornar impossível ir à frente da forma como ela está montando a estrutura de governo.
Leonardo Nogueira
Defenderam o nome de Leonardo Nogueira para a Saúde do município de Natal. Seria o caso de um nepotismo cruzado. Mas esse não é o maior problema do nome. O problema é o argumento de defesa: ele é médico e defende os interesses dos médicos!
Saúde pública se constrói, como qualquer política pública, a partir da interação multidisciplinar de atividades e processos de diversas ordens e, principalmente, diversos profissionais de saúde. Uma visão de saúde pública não defende os interesses dos médicos, mas sim os interesses do público. E o público precisa do médico, mas também dos terapeutas (fisio, fono, TO, etc.), assistentes sociais. Precisa de políticas públicas e modelos de gestão adequados.
A borboleta ainda não acertou em nada. Além de tudo escolheu para principais assessores sujeitos acostumados a fazer a política do desvio de verbas, caso dos demos, dos enildos, dos olegários.
Por falar no ex-vereador, fiquei sabendo, estarrecido, que, além de tudo, o sujeito costumava agredir - senão fisicamente, mas moralmente - sua esposa. Uma vizinha nos contou tudo. Uma pena que a Lei Maria da Penha ainda não havia sido aprovada e nem a esposa denunciou o marido político.
Saúde pública se constrói, como qualquer política pública, a partir da interação multidisciplinar de atividades e processos de diversas ordens e, principalmente, diversos profissionais de saúde. Uma visão de saúde pública não defende os interesses dos médicos, mas sim os interesses do público. E o público precisa do médico, mas também dos terapeutas (fisio, fono, TO, etc.), assistentes sociais. Precisa de políticas públicas e modelos de gestão adequados.
A borboleta ainda não acertou em nada. Além de tudo escolheu para principais assessores sujeitos acostumados a fazer a política do desvio de verbas, caso dos demos, dos enildos, dos olegários.
Por falar no ex-vereador, fiquei sabendo, estarrecido, que, além de tudo, o sujeito costumava agredir - senão fisicamente, mas moralmente - sua esposa. Uma vizinha nos contou tudo. Uma pena que a Lei Maria da Penha ainda não havia sido aprovada e nem a esposa denunciou o marido político.
Desqualificação
A desqualificação continua.
Critiquei Aluízio Alves, principalmente por ter sido o principal apoiador do golpe militar de 64 como governador do RN. Isso no Orkut. Mas para ser justo, informei que ele e Agnelo foram os únicos que deram emprego a meu pai quando ele retornou do exílio.
Aí, um dos apoiadores internéticos da borboleta, seu primo, me disse que eu não tinha moral para criticar os apoiadores da ditadura porque minha avaliação se fundamentava em conveniências pessoais e familiares. Distorção total de minhas palavras. Ou o leitor não leu direito o que eu havia escrito, ou foi maldoso em procurar a distorção de minhas palavras.
Critiquei Aluízio Alves, principalmente por ter sido o principal apoiador do golpe militar de 64 como governador do RN. Isso no Orkut. Mas para ser justo, informei que ele e Agnelo foram os únicos que deram emprego a meu pai quando ele retornou do exílio.
Aí, um dos apoiadores internéticos da borboleta, seu primo, me disse que eu não tinha moral para criticar os apoiadores da ditadura porque minha avaliação se fundamentava em conveniências pessoais e familiares. Distorção total de minhas palavras. Ou o leitor não leu direito o que eu havia escrito, ou foi maldoso em procurar a distorção de minhas palavras.
Desculpas
Peço desculpas pela ausência, mas muito trabalho durante todo o dia me afastaram da possibilidade de postar novidades nesta sexta-feira
Tirso
Por falar em Impacto, o TJ negou habeas corpus ao meu leitor, o futuro ex-vereador Renato Dantas, que pedia para ser retirado do grupo de réus do processo da Operação Impacto. Obviamente, o judiciário estadual não aceitou a jogada e Dantas continua réu do processo.
Em resposta
Em resposta à campanha difamatória do Jornal de Hoje e dos vereadores envolvidos na Operação Impacto, a OAB emitiu uma nota de desagravo a Ricardo Wagner, vice-presidente da entidade:
NOTA OFICIAL
O Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção do Rio Grande do Norte, em sua sessão plenária do dia 30 de outubro do ano em curso, levando em consideração os pronunciamentos feitos publicamente pelos vereadores Renato Dantas, Salatiel de Souza, Adão Eridan e Júlio Protásio, da Câmara Municipal do Natal, a propósito da posição da Seccional desestimulando a escolha de edis envolvidos na “Operação Impacto” para a composição da Mesa Diretora e Comissão de Ética para a próxima legislatura, por unanimidade, vem hipotecar irrestrita solidariedade ao Conselheiro Ricardo Wagner Alcântara injustamente criticado sob a alegação de tomar posição de ordem pessoal no caso, quando a sua postura acompanhou o posicionamento do Colegiado, usando das prerrogativas que lhe confere o art. 44, do Estatuto da Advocacia e da OAB, que teve respaldo, ainda, na adesão dos demais órgãos integrantes do MARCCO, o que faz em forma de DESAGRAVO PÚBLICO, a teor do que prescreve o art. 18, §5º, do Regulamento Geral.
PAULO EDUARDO PINHEIRO TEIXEIRA
Presidente do Conselho da OAB/RN
O Jornal de Hoje e os vereadores impactados passaram as últimas semanas tentando desqualificar o trabalho do MARCCO e, principalmente, de Ricardo Wagner. A velha tática. Desqualificar, para gritar mais alto.
NOTA OFICIAL
O Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção do Rio Grande do Norte, em sua sessão plenária do dia 30 de outubro do ano em curso, levando em consideração os pronunciamentos feitos publicamente pelos vereadores Renato Dantas, Salatiel de Souza, Adão Eridan e Júlio Protásio, da Câmara Municipal do Natal, a propósito da posição da Seccional desestimulando a escolha de edis envolvidos na “Operação Impacto” para a composição da Mesa Diretora e Comissão de Ética para a próxima legislatura, por unanimidade, vem hipotecar irrestrita solidariedade ao Conselheiro Ricardo Wagner Alcântara injustamente criticado sob a alegação de tomar posição de ordem pessoal no caso, quando a sua postura acompanhou o posicionamento do Colegiado, usando das prerrogativas que lhe confere o art. 44, do Estatuto da Advocacia e da OAB, que teve respaldo, ainda, na adesão dos demais órgãos integrantes do MARCCO, o que faz em forma de DESAGRAVO PÚBLICO, a teor do que prescreve o art. 18, §5º, do Regulamento Geral.
PAULO EDUARDO PINHEIRO TEIXEIRA
Presidente do Conselho da OAB/RN
O Jornal de Hoje e os vereadores impactados passaram as últimas semanas tentando desqualificar o trabalho do MARCCO e, principalmente, de Ricardo Wagner. A velha tática. Desqualificar, para gritar mais alto.
Sobre a saúde
Antes de ir ver as iniciativas demo-tucanas de Sampa e Mossoró, a prefeita devia ir conversar com os técnicos da saúde, lá no nível central, no Ducal. Até onde eu conheço, a visão de gestão pública de quem faz a SMS não deve nada a São Paulo, por exemplo. A gestão em saúde é falha nas pontas por falta de dinheiro e por deficiências infraestruturais, mas não por definição de política pública e visão de gestão. Gestão pública, não de negócios, como parece pensar a borboleta.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Pequenos gestos
Aposto que a prefeita não fica muito tempo no PV. Ou, então, o PV vai trocar o ministério pela prefeitura em Natal.
Reinaldo Azevedo, inimigo declarado do presidente Lula e do PT, encaminhou, via senadora Rosalba Ciarlini (DEM), o seu livro ("O país dos petralhas") para a borboleta. Dedicatória: "Venceremos".
Definitivamente, acabou a hipocrisia e a esquizofrenia da borboleta. Reuniões com Kassab, Serra e Aloysio Nunes Ferreira. Livro de Azevedo. Apoio demoníaco na eleição. Eu, sendo o presidente Lula, chamaria o PV para uma conversa. A definição de lado. O partido não pode morder e assobrar o presidente da República, participar de seu Conselho Político, ter uma pasta no Planalto e, ao mesmo, ter uma estrela como a borboleta, circulando apenas e somente no campo da oposição.
Pelo menos, aquilo de dizer de manhã o que negava a tarde, parece, acabou. A borboleta vai de demos e tucanos. Sempre e até 2010. Talvez só não mude de partido agora, como fez em 2004 - antes de tomar posse - senão nem toma posse.
Reinaldo Azevedo, inimigo declarado do presidente Lula e do PT, encaminhou, via senadora Rosalba Ciarlini (DEM), o seu livro ("O país dos petralhas") para a borboleta. Dedicatória: "Venceremos".
Definitivamente, acabou a hipocrisia e a esquizofrenia da borboleta. Reuniões com Kassab, Serra e Aloysio Nunes Ferreira. Livro de Azevedo. Apoio demoníaco na eleição. Eu, sendo o presidente Lula, chamaria o PV para uma conversa. A definição de lado. O partido não pode morder e assobrar o presidente da República, participar de seu Conselho Político, ter uma pasta no Planalto e, ao mesmo, ter uma estrela como a borboleta, circulando apenas e somente no campo da oposição.
Pelo menos, aquilo de dizer de manhã o que negava a tarde, parece, acabou. A borboleta vai de demos e tucanos. Sempre e até 2010. Talvez só não mude de partido agora, como fez em 2004 - antes de tomar posse - senão nem toma posse.
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